Como descobri o mundo da aromaterapia…

Renova-te… de dentro para fora.

Daí, a aromaterapia ser um complemento, parte de uma alteração gradual de um estilo de vida

Descobri o mundo da aromaterapia quando procurava uma “solução” para o facto de ainda não ter conseguido ser mãe. Sim, eu sei, não há soluções milagrosas mas tinha a certeza que haveria algo mais que poderia fazer para melhorar “de dentro para fora” e assim conseguir aumentar as minhas hipóteses. E, mesmo que o objetivo principal não se concretize, sei que estou a fazer o melhor por mim. Toda e qualquer mudança que faça nesse sentido será com certeza para melhorar o meu bem estar geral.

Encontrei então na aromaterapia não “A solução” mas um meio, uma ferramenta que me permitiria estar mais perto do que pretendo.

Por esta altura devem estar a perguntar: Então e já tiveste resultados? Bem, no que respeita a gravidez não… o objetivo da aromaterapia não é engravidar. É, como referi alcançar bem estar, encontrar equilíbrio. É parte de uma mudança, entre outras que devemos considerar, como refiro mais abaixo.

Há ainda muito a explorar neste mundo da aromaterapia e o meu foco é mesmo este de reencontrar o equilíbriofísico, mental e hormonal… de forma mais natural. Tem sido uma descoberta fantástica e com um verdadeiro impacto no meu bem estar! Já não me lembro da última vez que fui à farmácia!

Importa salientar que, como disse no início não há receitas mágicas e a mudança deve ser integral. Daí, a aromaterapia ser um complemento, parte de uma alteração gradual de um estilo de vida. Se, tal como eu, procuras esse equilíbrio na tua vida partilho algumas áreas a que deves dar atenção para uma mudança gradual mas efetiva:

  • Alimentação equilibrada
  • Exercício físico
  • Sono reparador
  • Meditação/Relaxamento
  • Terapias Alternativas
  • Paixão pelo que fazes
  • Mindset e Perspetiva de Vida

Em próximos artigos irei explorar um pouco mais estes tópicos…fica atenta para não perderes pitada e começares JÁ a viver a vida que realmente queres!

Também és curiosa e procuras soluções e diferentes alternativas para teres um estilo de vida mais natural?

Partilha nos comentários para que te possa ajudar a criar esse caminho.

6 passos que vão influenciar a motivação do teu filho

Diria que a motivação é um elemento chave para nos manter em movimento, para continuarmos a querer alcançar mais, para nos superarmos a cada dia.

Podemos falar de dois tipos de motivação, com resultados bem diferentes entre si. Por um lado, temos a motivação intrínseca e, por outro, a motivação extrínseca. A primeira é aquela que nos permite manter a auto motivação, que nos permite encontrar em nós próprios as respostas para continuarmos o caminho. Por sua vez, a motivação extrínseca prende-se com reforços externos como recompensas, elogios, presentes…

Ora, parece-me que em boa medida, estes dois tipos de motivação podem coexistir [quando usados no momento certo]. No entanto, desenvolver a motivação intrínseca dá à criança [e aos adultos também] a capacidade de se auto regular sem ser necessária intervenção externa. Faz sentido para ti este raciocínio?

Vamos então agora ver como podes ajudar as crianças a desenvolver a sua motivação em 6 passos simples.

1. Ajuda-a a descobrir quais são os seus sonhos e paixões

Quando temos algo que nos apaixona a nossa motivação aumenta. Temos um sonho, um foco a seguir e a recompensa natural será alcançar esse mesmo sonho.

Para ajudar a criança a ter esta visualização dos seus sonhos e paixões podes ajudá-la a criar um Mapa de Sonhos. Este mapa irá servir de farol para o caminho a percorrer. Irá ajudar a iluminar quando parece demasiado difícil ou quando esquecemos o porquê de estarmos naquele caminho. Para fazerem este mapa podem usar uma cartolina grande, recolher imagens que ilustrem os sonhos e objetivos a alcançar, adicionar desenhos e frases e… afixar num local onde seja visto diariamente. Além de ser uma atividade enriquecedora, será a base para os próximos passos.

2. Estabelecer objetivos e metas

Ora, se queremos alcançar um sonho é importante definir objetivos e metas intermédias para lá chegar.

Imagina uma montanha. Não será apenas por imaginares a montanha e te imaginares no topo da montanha que vais ser teletransportada para lá, certo? [a não ser que tenhas capacidades que desconheço e, nesse caso, partilha pois ia adorar trabalhar essa competência 🙂 ] Tens que percorrer o caminho até lá [seja lá de que forma for].

Enquanto adultos cabe-nos ajudar a criança a perceber como dividir em pequenos passos o grande objetivo.

Por exemplo: O objetivo da criança é aprender a andar de bicicleta. Possivelmente, se nunca andou de bicicleta, pode ser difícil andar perfeitamente na primeira tentativa que faz. Então visualizamos o caminho do topo da montanha até à base para perceber os passos que podem ser dados [não há receitas certas. Este mesmo objetivo de aprender a andar de bicicleta pode ser alcançado de variadas formas dependendo da realidade da criança]. Por exemplo, a criança já tem bicicleta? Vão comprar? Vão usar emprestada? E depois de ter bicicleta qual será o passo mais adequado?

E este é o exercício e caminho a ser feito com a criança. Vamos a isso?

3.Permite que a criança explore diferentes formas de resolução

Manter a motivação intrínseca pode ser um verdadeiro desafio. Daí ser importante permitir que a criança trace o seu próprio caminho, defina os seus objetivos e a forma como os vai alcançar. Ao sentir que está a fazer as suas escolhas a criança sente-se mais motivada e vai explorando diferentes opções.

Cabe ao adulto estar disponível para ajudar a criança caso necessite de novas ideias, no entanto sempre numa perspetiva de “fazer pensar” e não de dar respostas.

4. Presença e não mão de obra

Parece estranho, eu sei!

Podes sentir a tentação de elogiar e recompensar a cada passo dado ou a cada conquista alcançada. Ou até mesmo a dar respostas e soluções quando parece que a criança não está a conseguir. [Falo num ponto mais abaixo sobre os elogios e recompensas]

Recorda que disse no ponto acima que é importante que o adulto esteja disponível para auxiliar. São os sonhos do teu filho e ele vai adorar ter-te a fazer a caminhada com ele mas não vai ser benéfico [para nenhum dos dois] se o carregares ao colo toda a viagem. Podes sim, dar-lhe a mão e encontrarem juntos uma solução para o grande pedregulho que surgiu a meio da montanha.

Desta forma, possibilitas também que a criança desenvolva a sua auto confiança e auto estima.

5. Torna-o no professor

O teu filho vai fazer diferentes aprendizagens neste percurso e vai adorar poder partilhá-las. Seja com os adultos, seja com os amigos, primos ou irmãos. Esta posição de professor fará também com que possam surgir questões em que a criança ainda não tinha pensado.

Quando a criança te explicar o que está a fazer e te mostrar o processo, as dificuldades, as conquistas… ouve-o genuinamente e com atenção, coloca questões, convida à reflexão, sem impor o teu ponto de vista ou sugestões.

A criança pode, por exemplo, ensinar um amigo a criar o seu próprio Mapa de Sonhos ou a sua Montanha de Metas.

6. Menos recompensas. Mais reflexão

Referi anteriormente que as recompensas e elogios são uma forma de motivação extrínseca. Uma espécie de empurrão que damos à criança para continuar montanha acima. Agora repara, se a criança não conseguir encontrar o seu próprio ritmo para manter a caminhada vai estar sempre dependente dos teus empurrões. E quando lá não estiveres para empurrar, possivelmente encosta-se à sombra da primeira árvore aguardando que alguém dê o empurrãozinho. Faz-te sentido esta comparação?

Falarei sobre elogios e recompensas de forma mais detalhada noutra altura mas deixo apenas uma dica. Elogia o processo e não o resultado.

É diferente dizeres “Uau! Já viste o caminho que já conseguiste fazer sozinho? Como te sentes?” ou “Parabéns! Esse Mapa de Sonhos está tão bonito!”

Então, em alternativa aos elogios e recompensas desprovidas de conteúdo promove a reflexão. Convida a criança a ir um pouco mais além, a superar-se, a refletir sobre o percurso feito, a avaliar e reprogramar.

Qual vai ser o teu primeiro passo?

Se ajudar podes começar por receber um resumo deste conteúdo em pdf e bem fácil de ler para teres sempre à mão! Faz já o teu registo na nossa newsletter para não perderes todos os conteúdos!

Obediência. Sim ou não?

Este é um tema que me levou a refletir sobre o significado da palavra.

o·be·di·ên·ci·a

substantivo feminino

1. Cumprimento da vontade alheia.

2. Submissão.

3. Preito de homenagem.

4. Domínioautoridade.

5. Prioradoigrejamosteirogranjaetc., dependentes de uma ordem religiosa.

obediência passiva
• Submissão cega.

“obediência”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
Num outro dicionário encontra-se a referência “Obediência é um substantivo que define a ação de quem obedece, de quem é dócil ou submisso. Uma pessoa que segue, cumpre ou cede às vontades ou ordens de alguém.”

Ora, o significado da palavra leva-me de volta à reflexão

“Será que queremos realmente crianças obedientes?”

Acredito que a resposta passa por capacitar as crianças para que …

🔸…colaborem
🔸…partilhem opiniões
🔸…sejam capazes de reconhecer e regular as suas emoções
🔸…conheçam as suas responsabilidades
🔸…conheçam os limites
🔸…distingam o certo do errado
🔸

Deste modo e de forma integral damos às crianças condições para “obedecerem” de forma natural, ou seja, respeitando também os seus limites e interesses. Ao mesmo tempo, damos espaço à criança para questionar ou apresentar pontos de vista que podem escapar ao olhar adulto.

Sem dúvida, que por vezes seria muito mais fácil [ou não] se as crianças fossem robots programáveis que fizessem tudo o que é pedido à primeira, que não questionassem a autoridade do adulto e que fossem tão obedientes como um “animal amestrado”!

Desculpa as analogias mas parece-me maior o impacto e assim mais fácil de transmitir este ponto de vista.

No futuro, como esperas que responda o jovem e adulto em que a

criança de hoje se vai tornar?

A. Seja obediente e faça tudo o que lhe mandarem sem questionar | Não seja capaz de dizer não | Seja influenciável e não consiga tomar as suas próprias decisões | Crie uma baixa auto estima.

B. Tenha a capacidade de questionar o que o rodeia | Seja capaz de dizer “não” quando não quer fazer algo ou não concorda com algo | Seja autónomo na tomada de decisões | Desenvolva uma auto estima saudável

Concordas ou tens uma opinião diferente sobre este assunto? Partilha para discutirmos diferentes pontos de vista.

Desperta o teu super herói!

O carnaval está mesmo aí ao virar da esquina e leva-me a pensar e a refletir sobre esta época.

Há crianças que têm medo das máscaras em geral, das pinturas, dos palhaços. Há crianças que não gostam de se mascarar. Há crianças que gostam de usar máscaras e disfarces durante o ano sem ser no carnaval.

O que é certo? O que é errado?

 

Acima de tudo parece-me importante respeitar a vontade da criança e não a forçar a participar no carnaval só porque sim, só porque é tradição, só porque vai toda a gente, só porque o adulto quer! Concordas?

É uma boa oportunidade de perceber alguns receios e também os sonhos da criança. Aproveita esta época para questionar e observar as crianças com quem convives.

Quais são os seus medos? O que pode ter despoletado esse medo? De que forma podemos ajudar a ultrapassar?

Quais são os seus sonhos? O que faria se pudesse fazer tudo? Que poder teria se fosse super herói?

Seja numa conversa informal, seja através de uma brincadeira, seja com recurso a um material escrito… convida o teu filho a fazer esta reflexão.

As ferramentas de Coaching e Life Design

são excelentes aliadas para ajudares o teu filho

a refletir e a perceber o que pode fazer diferente.

 

Por exemplo, faz um jogo onde perguntes:

  • Como te sentes quando tens medo? Como fica o teu corpo?
  • O que te faz sentir medo?
  • O que te faz acalmar quando sentes medo?
  • O que podes fazer quando tens medo?

Atenção…  objetivo não é fazer um interrogatório!! Pretende-se criar uma dinâmica lúdica para que a criança se sinta confortável.

Fica com atenção à página pois vou partilhar algumas dinâmicas para fazerem com os mais pequenos  para refletirem sobre o “super herói” que há em cada um. Porque há coisas que AINDA não conseguem fazer mas um dia conseguirão!

O que é isto do Coaching?

Muito e cada vez mais se fala de Coaching. Parece uma moda! Mas na verdade é algo que vem crescendo ao longo dos tempo e é ótimo tanto para adultos como para crianças.

Muitas vezes, durante a minha juventude e, mais tarde, enquanto profissional da educação me questionava que a vida devia ser algo mais. Era importante haver mais ferramentas, mais estratégias que nos preparassem e preparassem melhor as nossas crianças para o futuro.

Nesta busca de informação e conhecimento cruzei-me com o Coaching e o Life Design e percebi que seriam o caminho. Ajudou-me, pessoalmente a ter uma perspetiva diferente sobre alguns pontos da vida, crenças enraízadas que nem sabia que tinha, o poder do auto-conhecimento e da auto- estima…

Ao mesmo tempo, percebi que estas ferramentas eram aquelas que gostava de ter tido enquanto criança e jovem e, até mais tarde, enquanto profissional de educação com os meus grupos.

Em que podem ser úteis as ferramentas e sessões de Coaching e Life Design? Vê alguns destes exemplos:

Permite desenvolver o auto conhecimento [quem sou eu e o que faço aqui]

Ajuda na resolução de conflitos e problemas [o que está a acontecer? Porque é que me incomoda? O que posso fazer?…]

Definição de objetivos e planos de ação [o que quero alcançar e o que posso fazer para o conseguir]

Reconhecer emoções e estados de calma/ansiedade [como me sinto? O que posso fazer para me sentir…]

Fortalecimento da auto estima [como me cuido e o que posso fazer mais e/ou melhor]

Numa palavra, o Coaching permite alcançar a consciência que

necessitamos para criar a vida que desejamos.

Ao começar a trabalhar e desenvolver estas áreas desde cedo com as crianças estaremos a permitir que se tornem jovens e adultos mais fortes e confiantes.

Não deixam de ser crianças e é por isso que as atividades são adaptadas de forma a serem interessantes, criativas, ao mesmo tempo que desenvolvem competências importantes como as mencionadas acima.

Qual a tua opinião sobre este tema?