Estás a definir objetivos que são realmente o que queres para a tua vida? Ou estás a seguir a corrente do que parece giro moda ou interessante? Estás efetivamente no controlo da tua vida ou entraste na roda do hamster e nem deste conta?

Na roda do hamster, Mariana? Sim, por vezes entramos no modo automático de vida. Vamos seguindo ao sabor da corrente e nem nos apercebemos para onde estamos a ir. Nunca te aconteceu?
É como entrar numa roda de hamster e achares que estás a avançar imenso e na verdade não estás a sair do sítio. Yep! Been there, done that!


Vamos então ver alguns pontos que podem ajudar-te realmente a traçares e alcançares os objetivos que queres, de forma consciente. Não vou entrar aqui nos pormenores técnicos dos objetivos.

Apenas em modo superficial reforçar que deves ter presente quando crias um objetivo:

  • que este seja específico (definires exatamente o que queres),
  • que possas medir (definir a quantidade, o valor, o número concreto),
  • que seja alcançável (suficientemente ambicioso mas viável de ser alcançado no prazo e tendo em conta os recursos que o tens disponíveis).
  • que seja relevante (estar alinhado com os teus valores e a vida que queres viver).


Há vertentes que definem que o objetivo bem definido deve ter um prazo específico aqui tenho uma visão um pouco diferente que partilho numa próxima oportunidade. Sim, é importante ter um prazo que te oriente e, sim, para alguns objetivos há mesmo prazos concretos a considerar. [falaremos deste ponto noutra altura]


Vou agora partilhar o que na minha perspetiva pode fazer diferença para viveres a vida que queres… traçando objetivos concretos.


Então o primeiro passo será:

1 – Saber o que queres alcançar.

Andar à deriva de vez em quando também sabe bem e faz falta mas é importante ter um farol que nos guia e oriente o caminho. Teres presente o que queres e o que não queres na tua vida é parte desse farol. Sabes o que queres de verdade na tua vida? Nas diferentes áreas da tua vida? Repara, terás objetivos mais grandiosos e assustadores e outros possivelmente à “distância de um braço”. Os objetivos que vais definir devem ser os que te fazem criar a vida que queres viver e efetivamente começar a vivê-la.
[Que frustração será passar uma vida a deixar de viver para alcançar o grande sonho e olhar para trás e ver o que se deixou de viver! Já pensaste sobre isto?]
Que objetivos e sonhos são esses? Passa-os para o papel … agora mesmo!

2 – Porquê?

Porque é que é importante para ti alcançar esses objetivos? Como te vais sentir quando o fizeres? Que impacto terá na tua vida e na vida dos que te rodeiam? O caminho nem sempre vai ser fantástico e um mar de rosas. A vida continua e há obstáculos, desafios, frustrações…Este “porquê”, e tê-lo bem presente vai ajudar-te a manter o foco e a motivação quando te sentires a ficar perdida. Isto leva-nos ao ponto seguinte.

3 – O que precisas fazer para o alcançar?

Bem, sabemos que é necessária a ação para que haja resultados, portanto será necessário que ponhas a mão na massa. Para os objetivos maiores e a mais longo prazo é importante e facilita imenso o processo definires metas intermédias. Ou seja, estabelece os passos que são necessários para chegares ao objetivo final. Nesta fase vais definir as ações e hábitos concretos que vais implementar e te vão conduzir passo-a-passo ao objetivo final. Teres estas metas intermédias vai ser também muito útil para avaliar o teu progresso e saberes se estás no caminho certo. Vê o ponto seguinte.

4- Como sabes se estás no caminho certo?

Ora, para saber se estás no caminho que pretendes é necessário que…avalies! Exatamente! É importante que cries momentos regulares de avaliação e planeamento. Fazendo esta avaliação consegues perceber o progresso que estás a fazer, o que está a funcionar, o que precisa ser alterado. É um momento para refletir no porquê e perceber se estás no caminho que realmente queres… E não na roda do hamster (acredita! é muito fácil entrar na roda do hamster sem dar conta). Os momentos de avaliação podem ser ajustados de acordo com o objetivo e o timing. De uma forma geral, poderá ajudar a manter o foco se fizeres avaliações regulares – semanais, mensais, trimestrais…
O último ponto que quero deixar nesta partilha é:

5 – Procura ajuda e/ou inspiração de alguém.

Por vezes (diria sempre), é bem mais fácil se tivermos apoio, orientação, dicas de quem já percorreu o caminho que estamos a percorrer. E porquê? Porque essas pessoas já cometeram erros que te podem ajudar a evitar. Já desenvolveram estratégias e competências que te podem ajudar a chegar mais rápido onde queres. Porquê cometer erros repetidos se podemos aprender e ter inspiração de quem já alcançou? Se não for alguém que já fez o caminho que queres fazer, que seja alguém que te motive e te ajude a manter focada e recorde do caminho do teu porquê. O LifeGym surgiu, também, para dar resposta a este ponto. Teres uma comunidade a fazer o mesmo caminho que tu… esse caminho de criar uma rotina que serve a vida que queres viver!


Foi útil esta partilha? O que já fazes e o que achas que podes melhorar para começares a viver a vida que realmente queres?