Eu não tenho…

Então foca-te no que tens! 🙂

Há a grande tendência para nos focarmos no que não temos, no que nos falta, no que faríamos se… no que faremos quando… Concordas?

O momento certo para começar é AGORA com o que TEMOS no momento. E este TEMOS vai muito além do ter material, do ter palpável. Engloba o nosso SER e SABER.

O que temos hoje podemos deixar de ter um dia destes mas o que somos e o que sabemos só depende de nós e permanece e evolui connosco. Este raciocínio faz sentido para ti?

Consegues identificar que recursos tens disponíveis que podes começar a usar hoje mesmo?

Queres uma ajuda? Faz uma lista para cada ponto abaixo:

*As minhas qualidades/defeitos/características pessoais – quem SOU

*Os meus conhecimentos – o que SEI e/ou SEI FAZER

*Quem conheço que me pode ajudar – quem CONHEÇO

*Recursos físicos – o que TENHO

 

Para te ajudar com mais algumas dicas espreita no canal Com M Grande o vídeo que fiz a propósito deste tema!

Partindo destes pontos, deixo-te um desafio: cria uma lista com os teus 30 recursos e partilha aqui nos comentários ou no nosso grupo Mães e Mulheres que querem Mais!

Mariana Matos

Sei para onde vou?

Definires corretamente os teus objetivos é meio passo para o sucesso!

Não sabes por onde começar? Eu vou ajudar!

Numa abordagem simples os objetivos devem ser:

  • CONCRETO – deves conseguir descrever ao pormenor como se estivesses a ver a fotografia do que pretendes
  • MENSURÁVEL – deves atribuir números concretos (tempo, quantidade, valor…)
  • BALIZADO – com um prazo para alcançar muito concreto (dia, mês, ano)
  • POSITIVO – formula o teu objetivo pela positiva (usa termos como aumentar em vez de perder; construir em vez de acabar/terminar…)
  • DESAFIANTE – deve ser possível mas exigente. Deve obrigar-te a ir mais além, a sair da zona de conforto

Há mais alguns pontos que podes considerar mas diria que com estes já criarás objetivos bem ajustados e definidos.

Queres ajuda? Deixa nos comentários ou partilha no grupo um objetivo para que te possa ajudar a formular se for o caso de ser necessário 😀

Mariana, a tua Life Designer

É [IM]POSSÍVEL! SERÁ?

São tantas as oportunidades perdidas simplesmente porque achamos ser muito difícil ou até impossível!

Quantas vezes ao longo da vida já repetiste algumas das afirmações abaixo? E muitas vezes em situações de grande importância.

“Não consigo”, “Eu não sou capaz”, “Nunca experimentei, de certeza que não vou conseguir”, “Eu nunca conseguiria”, “Isso é impossível”, “Fiz sempre desta forma!”.

Será isso uma desculpa? Uma forma de te manteres exatamente onde estás, na tua área de segurança e conforto? Se assim é, que alterações esperamos na vida se continuas a manter-te no que é conhecido?

Sabes que o nosso cérebro (mais concretamente o sistema de ativação reticular – SAR) não distingue acontecimentos reais de imaginários? O que te parece que acontece se lhe disseres constantemente que não “és capaz”? Vai acabar por acreditar e vai proporcionar-te cada vez mais momentos que parecem comprovar isso mesmo. Já sentiste isto em algum momento?

Se queres que o teu SAR trabalhe corretamente e de acordo com o que pretendes alcanças mostra-lhe isso mesmo! Programa-o! Como podes fazer isso? Fica atenta às próximas publicações… vou falar-te de algumas ferramentas, nomeadamente as afirmações positivas, a visualização e o princípio de deslocamento para criar novos hábitos e crenças 🙂

Faz-te sentido? Já tinhas pensado nesta questão sob esta perspetiva?

Acede ao grupo para partilhares as tuas dúvidas e reflexões!

Mariana, a tua Life Designer

Comunica com Sucesso

Gostavas de mudar a comunicação com os teus filho melhorando a vossa relação e, ao mesmo tempo, a auto estima da criança? Enquanto adulto, consideras que teria sido mais fácil criares e manteres uma boa estima se te tivessem sido facultadas ferramentas enquanto criança?

Ao longo da tua vida já deves ter ouvido frases como “És sempre a mesma coisa”; “Nunca fazes nada de jeito”; “Por tua causa vamos chegar atrasados”; “Com o teu irmão não era nada disto”…

Que impacto achas que estas afirmações têm numa criança eu está a criar a sua personalidade e identidade? O modo como os adultos se relacionam com a criança vai influenciar a forma como ela se relaciona consigo mesma. Uma criança que ouve constantemente este tipo de frases acaba por acreditar que não é suficiente, que é culpado pelo que acontece aos outros que o adulto não gosta dele…

Já pensaste no impacto deste pensamento na criança a médio e longo prazo? O que podes fazer? Vou partilhar três dicas que podes usar!

#1 – Dá poder de decisão à criança Deixa que faça escolhas e exprima a sua opinião. Pode escolher a roupa que vai vestir, a ementa para o jantar, quando prefere fazer os trabalhos de casa, que amigos vai convidar para a festa de aniversário… Que decisões deixas o teu filho tomar?

#2 – Dá responsabilidade à criança Podem ser pequenas tarefas em casa como fazer a sua cama, ajudar o irmão mais novo a fazer os trabalhos de casa, pôr a roupa na máquina, pôr a mesa… Para facilitar podem usar um quadro de tarefas ou rotinas familiares. Conversem em família para definir e distribuir as tarefas por todos os membros. Estas tarefas não devem ser uma obrigação ou usadas como castigo. Neste caso a criança passa a associar aquela atividade a algo mau e provavelmente irá criar resistência. Ao assumirem responsabilidades, as crianças sentem-se mais competentes, independentes e reconhecidas. Isso será uma mais valia para o desenvolvimento da sua auto estima. Neste ponto, grande parte das vezes, a resistência está no adulto. Seja porque tem medo que a criança estrague alguma coisa, que não fique bem feito, que se magoe… que cresça! Confia! A criança está a crescer e a aprender. Aprendizagem que só ocorre com a prática, com a experiência. Vão haver erros? Com certeza! Se se vão magoar? Talvez. Se vais olhar para a cama feita e ficar com dúvidas se foi feita? Possivelmente J Faz parte do processo de aprendizagem e do crescimento.

#3 – Proporciona momentos de aprendizagens novas e úteis Sejam tarefas em casa, sejam interesses da criança. Experimenta perguntar ao teu filho “O que gostavas de aprender a fazer?”. Pode ser preparar o pequeno almoço, fazer a cama, dobrar a roupa…ou interesses, por exemplo, pelo meio natural: conhecer as flores, insetos, animais… Façam um passeio no parque, vão à biblioteca, pesquisem na internet ou junto de amigos e familiares. A criança estará a aprender conceitos novos, a desenvolver competências e vai sentir-se compreendido. Pronta para arrasar?!

Mariana, a tua Life Designer