Viagem ao Mundo do Eu

A nossa vida é uma viagem. Uma sequência de ações, aprendizagens e crescimento.

Esta viagem leva-nos a conhecer o meio que nos rodeia, costumes e tradições que nos são passados. Ensina-nos que há momentos maravilhosos e outros nem tanto assim. Que há pessoas que nos apoiam e as que nos desanimam.

Esta viagem será ainda mais maravilhosa se nos

permitirmos fazer a “Viagem ao Mundo do Eu”

 

Aquela viagem que nos ajuda a conhecer-nos a nós próprios, a perceber como reagimos a determinadas situações, que atitudes devemos manter e quais as que podemos mudar. A viagem que nos permite ter uma melhor auto-estima – que nos ensina a cuidar e respeitar o nosso corpo e valorizar-nos exatamente como somos.

É a viagem que nos dá a força para assumir responsabilidades pelas nossas ações e também para dizer “não” quando realmente é isso que queremos dizer. A viagem que nos faz ter opinião e voz própria. Aquela que nos leva pelos trilhos das emoções e nos ensina a ouvir e perceber porque sentimos o que sentimos e o que podemos fazer com isso.

É uma viagem Maravilhosa…e começa desde cedo, na infância. Auto-conhecimento, auto-estima, gestão emocional, comunicação são os eixos principais que fazem parte do nosso mapa, nesta viageM com M grande. Um mapa de aprendizagem e crescimento.

Porque as crianças de hoje são os adultos de amanhã! Sei que podemos capacitar, de forma integral, as nossas crianças para se tornarem crianças, jovens e adultos mais fortes.

E esta é a “Viagem ao Mundo do Eu”!

Uma viagem que se faz a brincar!

Queres fazer esta viagem connosco?

[carrega na imagem para receberes conteúdo útil para esta viagem!]

Blue Monday e as emoções

Dizem que hoje é o dia mais triste do ano. Passou a euforia das festas. Abate-se a perceção que afinal mudou o ano mas tudo continua na mesma. As resoluções de ano novo começam a perder força. Chamam-lhe a “Blue Monday”.

Está a acontecer contigo? Eu não senti. Este início de ano está a ser super produtivo e é fundamental usar algumas estratégias e ferramentas para nos ajudar a manter a motivação e o foco.

E o mesmo acontece com as nossas crianças. É importante facilitar-lhes momentos para que possam expressar-se, mostrar como se sentem ou simplesmente…permitir que sintam sozinhas.

A propósito disto lembrei-me da associação da cor azul à tristeza. Podemos vê-lo em filmes como o “Divertidamente”, em livros como o “Monstro das cores” ou em expressões como a que mencionei acima [“Blue Day”].

Até que ponto poderemos estar a condicionar o pensamento da criança ao associarmos tão recorrentemente  a tristeza à cor azul? Para mim, o azul simboliza a serenidade, a calma, a pureza. Para ti, o que sentes com a cor azul?

Sei que é apenas uma generalização e, talvez por isso me assusta. Tendemos a generalizar e a condicionar sem nos apercebermos do impacto que pode ter.

Quantas pessoas terão ficado realmente deprimidas depois de se aperceberem que hoje seria o “Dia mais deprimente do ano”? [deixo a questão para refletires]

O que quero dizer com isto tudo? Obviamente que o filme e o livro que referi acima são excelentes ferramentas para trabalharmos as emoções com as crianças. Só considero ser necessária cautela na generalização. O que podemos fazer?

Perguntar à criança que emoção lhe transmite a cor, o cheiro, o som, o objeto, a situação…

Criar dinâmicas para explorar as emoções de diferentes formas [fica atenta, vou partilhar contigo algumas]

Partilho aqui contigo duas histórias sobre o tema que podes explorar.

 

Vamos então deixar que as nossas crianças explorem as suas emoções?

 

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5 frases que as “não mães” já ouviram

Olá Mulher com M grande!

É com este artigo que te quero apresentar este meu novo espaço. Um espaço onde quero ser e dar voz às Mulheres que, como eu, têm o sonho de ser mãe e por algum o motivo o viram adiado. É um espaço para Mulheres que passaram por uma perda gestacional e carregam o peso da sociedade [como se não bastasse carregarem o seu próprio peso]. Vamos ter oportunidade de conversar muito. Vou-te dando a conhecer a minha história e quero ouvir a tua!

Antes de chegar à perda, propriamente dita, vamos dar uns passinhos atrás e pensar [recordar se for o caso] nas frases que já ouvimos. Frases carregadas de pressão social e de desconhecimento e empatia pela nossa realidade.

A sociedade em geral não tem culpa. Falta informação, falta empatia, falta compreensão pelo mundo do outro e que desconhecemos. Chamei “não mães” pois são todas as Mulheres que por opção, porque ainda não conseguiram ou por outro motivo não são mães ou optaram não o ser. Este texto é na primeira pessoa e por isso os comentários que faço são na perspetiva de quem sonha ser mãe. Mas as afirmações, essas, continuam a ter impacto na mente de quem as ouve, seja qual o motivo porque não são mães.

Foi quando dei por mim envolvida nesta viagem da (in)fertilidade que tive mais consciência destes aspetos. Daí, volto a frisar… a sociedade não tem culpa, simplesmente não está educada/sensibilizada para estas questões.

Destaquei apenas estes 5 exemplos mas poderia mencionar outros. Noutro texto partilharei contigo as frases que passei a ouvir após a minha perda gestacional e que nenhuma Mulher quer e precisa ouvir.

O que ouvi, continuo a ouvir e tu provavelmente também já ouviste:

“Falas assim porque não és mãe. Queria ver se estivesses no meu lugar”

[…como eu adorava poder estar “no teu lugar”]

“Se tivesses filhos não conseguias ter a casa sempre arrumada”

[…ter brinquedos espalhados pelo chão da sala faz parte dos meus sonhos!]

“Estás à espera de quê para ter bebés?”

[…só estava à espera que perguntasses. Vou já tratar disso!]

“Sabes que já não vais para nova e o corpo não perdoa!”

[…realmente. Só estou a tentar nos últimos 10 anos. Talvez devesse ter começado logo aos 15]

“Ai… já nem me lembro a última vez que fui ao cinema com o marido”

[…há momentos para tudo com equilíbrio. Eu adorava ter tardes de cinema com desenhos animados e pipocas ou umas bolachinhas caseiras!]

Identificas-te com alguma destas frases? Tal como eu, já deste por ti a querer dar uma resposta torta? Eu sei, não são ditas por mal. São ditas de forma natural e inconsciente, sem pensar exatamente no impacto que pode ter no dia de quem as ouve.

Vamos espalhar mais informação para que, cada vez mais, a sociedade esteja informada e consciente?

* * *

pequenas Mudanças. grande transforMação

#mulhercomMgrande

Bálsamo de lábios sempre comigo

Olá! Hoje vou falar-te de um essencial que anda sempre comigo. Aliás tenho vários para ter sempre à mão – na carteira, na mesinha de cabeceira e no trabalho! Sim, é verdade, estou a falar do bálsamo para lábios.

Uso todo o ano e já experimentei vários, no entanto nos últimos tempos percebi que posso optar por soluções mais naturais e sem químicos desnecessários.

Um dos próximos momentos de DIY será para fazer o meu próprio bálsamo para lábios. Parece-me bem simples, tal como eu gosto! Confere nesta receita abaixo:

Para fazeres o teu bálsamo de lábios:

  • 3 colheres de sopa de óleo de cocô
  • 5 colheres de sopa de cera de abelha
  • 12 gotas de óleo essencial
  1. Coloca o óleo de cocô e a cera de abelha numa taça e leva ao microondas (mexe a cada 30s até ficar no seu estado liquido) OU faz o mesmo processo em banho-maria.
  2. Retira e adiciona os óleos essenciais.
  3. Mistura delicadamente.
  4. Verte para o recipiente. [podes usar destes]
  5. Deixa arrefecer cerca de 15 minutos.
  6. Tapa e decora a tampa a gosto se for o caso.
  7. Leva para todo o lado e desfruta!

O que te parece? Vais experimentar?

Alguns exemplos de óleos essenciais que podes usar são: lavander, peppermint, grapefruit, geranium. Eu uso e recomendo os desta marca e podes saber mais aqui. Envia mensagem para qualquer esclarecimento adicional!

Entretanto, e enquanto não tenho os ingredientes para fazer o meu próprio lip balm incluí na minha encomenda o conjunto que vês na foto e fiquei rendida! Económicos, super suaves e hidratantes… e sem químicos. O difícil foi escolher qual experimentar primeiro!

Qual seria o primeiro que experimentavas?

Calendário do Advento

Como assim amanhã já é Dezembro?! O natal está mesmo aí à porta!

Uma tradição que as famílias costumam adotar é a criação de um calendário de advento. Há imensos formatos e diferentes formas de criares o teu calendário.

Vou partilhar aqui um com que me cruzei e que amei. Porquê?

A Dear Dots criou um calendário com um design super giro e basta imprimires, dobrares e darem asas à imaginação! Para a sugestão apresentada apenas precisas de um cabide, fio e se pretenderes as luzinhas para um toque adicional. O que achas desta sugestão?

Para te ajudar partilho algumas ideias de atividades/experiências que podes colocar dentro dos envelopes.

  1. Monta a árvore de natal
  2. Escreve a carta ao pai natal
  3. Faz bolachas [deliciosas e saudáveis]
  4. Cria o teu presépio
  5. Lê uma história de natal
  6. Faz flocos de neve com recortes e dobragens
  7. Escreve os teus desejos de natal
  8. Organiza uma tarde de jogos de tabuleiro com os amigos
  9. Faz um passeio no monte e apanha pinhas para colorires
  10. Cria decorações com massa de farinha
  11. Pesquisa tradições de natal pelo mundo
  12. Faz uma decoração com pinhas
  13. Cria o teu conto de natal
  14. Faz uma seleção dos teus brinquedos para ofereceres a outras crianças
  15. Cria um postal de natal
  16. Vai a uma sessão de cinema/teatro
  17. Faz uma visita ao pai natal
  18. Cria um desenho em família
  19. Faz um passeio à noite para veres as luzes de natal
  20. Constrói uma coroa de natal
  21. Faz uma sessão fotográfica caseira
  22. Sessão de cinema em casa com pipocas
  23. Visita um familiar/amigo/vizinho e oferece-lhe algo feito por ti
  24. Canções de natal em família
  25. Jogos, muita animação e união

Coloca estas ou outras atividades ou experiências que saibas que os mais pequenos gostariam de fazer ou que podem ser úteis para a sua compreensão desta época [que não seja só de consumismo].

Vais fazer o calendário de advento? Já fizeste? Conta-me tudo! <3